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sexta-feira, fevereiro 12, 2016

BRUTUM FULMEN

Apesar de ter material, não vou falar do nosso amigo e irmão milenar Rivas Neto, o "Mestre Tântrico Curador" que diz ter curado o câncer de uma de suas discípulas, mas que sofre de uma doença bem menos agressiva chamada psoríase.  Assim como os pastores evangélicos que curam de tudo, mas quando ficam doentes correm para o hospital Albert Einstein, ao que parece os poderes curativos do "Babá" não conseguem curá-lo de uma dermatose. 

Mas isto é assunto para outra postagem.

A expressão que dá título a esta postagem era utilizada pelos romanos quando queriam se referir a uma ameaça inofensiva ou vazia. Literalmente, "brutum fulmen" quer dizer "raio sem sentido".

Ontem resolvi pesquisar os nomes de pessoas que eram bem ativas e conhecidas no Movimento Umbandista há uma década atrás. De algumas não se tem mais notícias no meio, já que largaram a "Banda" e seguiram outros caminhos. Um outro, figurinha fácil, cheio de livros virtuais, que alguns tomam como maluco e pisava nas pegadas do "Babá", inclusive na marmotagem "tântrica", agora é um "xamã" com dirito a cabelos longos, cocares, cachimbos e fotos com expressões de conhecidas gravuras de índios Sioux. 

No entanto, o que mais me chamou a atenção foi o blog de uma certa "tenda de umbanda esotérica" aqui em Belo Horizonte, onde o seu "mestre", conhecido aqui neste espaço por criar espaços "fake" usando o meu nome e minhas fotos, onde ao mesmo tempo que fala de amor, de paz, disto e daquilo, ataca de forma virulenta seus desafetos. 

Ainda me causou grande estranheza que o mesmo tenha ido visitar o seu "Pai de Santé" que, aliás, pelas fotos, não demonstra nenhuma felicidade com a sua presença, não esboça um sorriso sequer em nenhuma delas, mesmo que tenha me confidenciado que fora achacado por seu iniciador, cobrado em 2 mil reais à época para ser iniciado (e isto já se vão anos) e mesmo tendo pagado tal "salva", com "comprovante de depósito" em mãos, era sistematicamente alvo de "cobranças indevidas" do casal que, supostamente, o teria coroado "mestre". 

Lembro-me desta conversa (e ainda a tenho registrada), onde o "mestre" dizia que queria distância daquele casal, que seguiria sua vida e sua "missão" sem nunca mais respirar o mesmo ar que "aqueles dois". 

Pelas fotos, vejo que o varão deste casal está muito magro, abatido, parecendo estar sofrendo (ou ter sofrido) de alguma enfermidade. Mas o que me chamou mesmo a atenção foi a ausência da alegria em um senhor que, quando o conheci, era sempre muito alegre, expansivo, de sorriso fácil e de porte imponente, mesmo porque é militar da reserva remunerada. 

Ainda me causou perplexidade as incongruências nas diversas postagens: uma hora o sujeito era todo sorrisos para a turma do "Babá", saudoso dos tempos do "CONUB/MG", sendo convidado para congressos, mas não muito longe no "espaço-tempo" do blog, já se referia à este pessoal como "certa ordem iniciática de São Paulo", insinuando ter conhecimento de coisas escabrosas que ocorreriam ali dentro e vai por ai. 

O "mestre" que fala muito de ética, de ser avesso a maledicências, fofocas, guerras (mas que contraditoriamente ataca seus desafetos com expressões próprias de uma prostituta de quinta) é o mesmo sujeito que fica criando, como já dito, sites e blogs "fakes" para relacionar seus desafetos comigo. Em meio a busca de ontem, achei um perfil do "Google+", com uma foto do Mestre Marashitan identificada como "Mestre Ubajara", conforme vemos abaixo:


Este sujeitinho, que tem um discurso fácil, que fala muito de ética e cobertura do "verdadeiro astral", que vive a pontuar que tem mais de "30 anos" de Umbanda, é o responsável pelo "blog-fake" "Zumbanda" (aliás, expressão usada de forma recorrente em vários textos mal escritos do pilantra) e também do "tuosacuesaesmeraldas.blogspot.com", que foram tratados aqui e aqui. 

A insistência deste imbecil em ligar seus desafetos à mim segue uma lógica, já que, como está registrado neste espaço, por anos fui vítima da calúnia, da difamação e da perseguição de muitos setores insatisfeitos com o Vozes de Aruanda.

Nesta postagem provo que, ao contrário do silvo das cobras, jamais respondi qualquer processo criminal, seja lá onde for. Diferente do que a "turma do pimpão" e outros detratores afirmavam, ao dizer que haviam "centenas" de procedimento judiciais contra mim. 

Novamente faço um alerta a vocês que estão por ai como mariposas a procura da "luz" um "mestre": cuidado com as arapucas. Você será muito bem recebido por gente como este sujeito, que enriqueceu às custas da credulidade alheia, que nunca trabalhou na vida, exceto fazendo defumações e "preceitos", para os clientes de sua "casa de santo". 

O cara sempre fala muito de "homofobia", mesmo porque é homossexual assumido, o que, de minha parte, não tenho absolutamente nada contra. Tenho amizades com homoafetivos de ambos os sexos, que se diferem do "mestre" por levarem uma vida produtiva, trabalhadora, honesta, ética, sem tempo livre para ficar criando "fakes" para caluniar e difamar. 

Tenha certeza, sujeito, que "Zumbanda" e "TUO Esmeralda" não caíram no esquecimento. O DERCIFE já tem os dados que necessita e, em breve, você receberá uma intimação para se explicar. 

segunda-feira, novembro 30, 2009

TEMPLO (DE UMBANDA) É DINHEIRO

Quanto mais o tempo passa, mais fico impressionado com a ingenuidade da massa umbandista frente ao seus autoproclamados "líderes" e, mais ainda, com a hipocrisia que seus seguidores demonstram frente aos discursos ocos dos mesmos.

Existem pessoas que acreditam, piamente, que "Ordens", "Colégios", "Faculdades", sem falar na mobilização política e a eterna luta entre as duas principais facções rivais dentro do movimento umbandista são atos pela defesa da religião, sem nenhum tipo de interesse financeiro, poder e influência.

Em verdade, não sei se é ingenuidade ou omissão mesmo. Perceba como vicejou a oferta de cursos (regiamente pagos), assim como workshops, livros, congressos e, até mesmo, associações e conselhos, nos melhores moldes das falidas "federações".

O que vemos é um eterno jogo de "pedra, papel, tesoura" entre estas facções, que usam, preferencialmente, a internet para fazer chegar à massa emburrecida suas idéias e conclamações de "guerras brancas" (às vezes nem tão "brancas" assim) que detonam reações das mais diversas nas comunidades virtuais e listas de discussões.

Estas facções, mal comparando, parecem torcidas organizadas de futebol, com seus idólos, gritos de guerra e, claro, algum "agitador" que vem na vanguarda, com sua "testa-de-ferro", que vende a sua consciência por conta de promessas de galgar graus iniciáticos e estar entre a nata destas organizações espúrias, verdadeiros covis de chacais disfarçados de Templos de Umbanda.

A hipocrisia é tão grande, que mesmo depois de um destes "líderes" ter confessado, diante das câmeras, que "vive da umbanda", seus seguidores continuam fechando emails com o jargão de "Salve Fulano, que vive para a umbanda e não dela", ignorando, solemente, as declarações do próprio líder. É uma patética tentativa de ludibriar os incautos (ou idiotas mesmo?) quanto aos "louros" que o "lobo alfa" supostamente possui.

Por detrás de toda os "salamaleques", apoios, homenagens àqueles que interessam ter ao seu lado, em especial aqueles "umbandistas" que querem aparecer em pronunciamentos, citados em livros e em destaques em emails idiotas enviados por alguns "ovinos" nas listas de discussões, há mais interesses financeiros do que, efetivamente, religioso.

O desenfreio em busca de apoio, conhecimento, idolatria e, claro, do vil metal, é tanto que pessoas que antes criticavam duramente as práticas do Catimbó (que diziam ser o que mais nefasto há no mundo astral...), os atabaques (que, segundo eles, poderia causar cardiopatias graves) e a matança ritual (coisa que, para estes "fariseus do santo rebolado", era ritual tipíco de kiumbas), hoje adotam tudo isto como se no passado não os tivesse combatido.

A canalhice é tanta, que chegam a mutilar seus escritos, lançando novas edições de suas obras com o aviso de que foram "revistas e ampliadas", mas na verdade deveriam ter a fineza de avisar ao crédulo leitor algo do tipo "revista, mutilada e adaptada aos nossos propósitos".

Depois da tal "convergência", a multidão de bajuladores, a espera de seu "lugar ao sol", tal e qual ratos seguidores do Flautista de Hamelin, seguem cheirando os traseiros imundos destes "líderes", esperando a oportunidade de lançarem livros patéticos ou terem seus nomes citados com toda pompa e circunstâncias por algum "ovino" dono de lista de discussões.

De fato, o movimento umbandista (não a Umbanda, deixemos claro...) está senguindo os mesmos caminhos das igrejas pentecostais e neo-pentecostais: os líderes enriquecendo e acumulando poder e os idiotas seguidores formando uma blindagem de asnos para protegê-los.